Motorhead RockCine Blog

Motorhead o peso da influência em todos os gêneros do rock

Motorhead, banda contaminou tudo o que conhecemos como musica rápida e pesada

Características singulares que influenciaram vários gêneros do rock

WE ARE MOTORHEAD

Por Ricardo Góis

Pelos idos de 1997, quando comecei a gostar de rock, o Motorhead já não era mais assunto. Linguagens mais pesadas tinham cada vez menos espaço em grandes veículos como rádio e televisão. O Sepultura aparecia bastante apenas com os singles do álbum que provou ser um autêntico divisor de águas, “Roots”. Em termos de exposição massiva, era isso. As rádios rock da época – 89 e Brasil 2000 – tinham programas dedicados a música mais pesada, sempre em horários meio ingratos e a MTV seguia a mesma linha, com algumas reprises durante a programação da semana e uma limitação importante: mesmo álbuns fantásticos como Master Of Puppets, …And Justice For All e o tal “disco preto” do Metallica, teriam no máximo 2, 3 videoclipes cada um. Ou seja, muita coisa boa jamais foi parar na televisão.

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Como o Rock ficou depois do fim da banda Nirvana

Como seguiu o Rock depois da perda de umas das bandas mais icônicas dos anos 90, o Nirvana. Confira a crítica do rock dos anos 2000 do Denis Vini.

2000’s

O Rock acabou no Nirvana? Esse debate já aconteceu em diversos momentos de nossas vidas e eu quero conversar a respeito desse tema. Importante pra discussão: quando o Nirvana acabou, eu não tinha nem 4 anos de idade.

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Volta de Guns N' Roses

Guns N’ Roses mostrando que nada é impossível

RockCine mostra como foi a volta de Guns N’ Roses

Ricardo Góis fala de como era o convívio dos integrantes e a volta de Guns N’ Roses aos palcos

 

VIVEMOS PARA VER A VOLTA DO GUNS N’ ROSES

O Guns esteve no topo do mundo entre 1991 e 93, e as historias em torno das extensas turnês nesta época reforçam a impressão de que a banda podia, queria e fez de tudo e mais um pouco. O título de “banda mais perigosa” do mundo tinha um preço, e não era barato. Fazer 180, 200 shows num ano, é trabalho muito duro e não sei até que ponto o quinteto (as vezes sexteto) estava pronto para tal proeza e conseguir seguir em frente por muitos anos, como os Rolling Stones fizeram e fazem.

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Marillion - apresentação em São Paulo em 2016

Marillion – Arte de produzir emoção na sua apresentação em São Paulo

Show da banda Marillion contou com clássicos que emocionaram o público de São Paulo. A banda ainda se apresenta hoje em Belo Horizonte.

Nossa equipe RockCine estava na apresentação que ocorreu em São Paulo e conta como foi, confira.

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Show Coldplay em São Paulo

Coldplay: show com muita energia e cor

Turnê A Head Full of Dreams - Coldplay
Turnê A Head Full of Dreams – Coldplay

O show que aconteceu em São Paulo na última quinta feira foi marcado pela emoção do público no Allianz Parque. A banda Coldplay conseguiu levar o público, que iria simplesmente assistir à apresentação do quarteto britânico, para fazer parte do show.

A apresentação começou com os vídeos de fãs do Chile, Argentina, Peru (onde a turnê “a head full of dreams” já passou) e finalmente o vídeo do fã brasileiro apresentando a banda. Aquilo já era um sinal que a apresentação iria ser mais próxima ao público.

A interação com o público começou quando as pulseiras começaram a acender as luzes e o cenário do show se expandiu até a última cadeira da última fileira. Com fogos de artifício e chuva de papel colorido a experiência do show estava encantando quem estava vendo. Ainda mais na sequência dos hits “Yellow”, “Every teardrop is a waterfall”, “The scientist” e “Birds”, ainda com Chris Martin arriscando um português, ali o público já estava conquistado.

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Sobre a RockCine

Desde sua origem, o cinema esteve ligado à mais antiga das artes: a música. Há quem garanta que, mesmo antes de desenvolver uma linguagem mais elaborada, o ser humano já cantava. Como os humanos, os filmes também não falavam em seus primórdios, mas lá estava a música, executada ao vivo por um anônimo pianista ou por qualquer outro meio. O que veio a apoiar, contextualizar e até explicar as imagens para plateias ainda não acostumadas aos novos códigos visuais. Luís Buñuel conta em sua autobiografia, “Meu último suspiro” que, em Calanda, sua aldeia natal na Espanha, houve gente que caiu da cadeira ao ver um travelling (as pessoas não entendiam como um homem podia “crescer” na tela). Existem relatos das primeiras apresentações dos irmãos Lumière que descrevem o pânico gerado no público pela imagem de um trem que se aproximava da câmera (muitos fugiram da sala derrubando tudo).

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